Tenho um amigo que me fez seguir com mais atenção o trabalho de Tony Robbins, aquele homem de quase dois metros que fala para milhares de pessoas em todo o mundo e as ajuda a alcançarem os seus objetivos.
Contar histórias e ouvir histórias a ilustrar filosofias da vida é tão...piroso? Pelo menos era aquilo que eu pensava há uns anos atrás. Contudo, quando começamos a ficar mais velhos (e eu que sou uma idosa), começamos a perceber "a verdade" da vida e todas aquelas tretas que até fazem sentido. Até fazem todo o sentido. Até nos fazem dizer "ganda verdaaaade!"
O ERRE GRANDE faz um aninho hoje!
A sorte.
A divina sorte.
Aquela sorte que não se paga, apenas arranja-se.
Aquela sorte que parece que só aparece a alguns.
A sorte que só aparece áqueles danados que não fazem nada mas conseguem tudo porque têm sorte.
A divina sorte.
Aquela sorte que não se paga, apenas arranja-se.
Aquela sorte que parece que só aparece a alguns.
A sorte que só aparece áqueles danados que não fazem nada mas conseguem tudo porque têm sorte.
Chegámos mais ao final de um ano, 2016 vai acabar em menos de 48 horas e um novo ano novo vai começar.
Já que estamos em época de Natal, acho bem se alertar para o consumismo.
Não estou a falar do consumismo de dar uma prenda a cada familiar, a um amigo, ao namorado. Estou a falar do tipo de prendas que se dá no Natal e se elas são prendas realmente úteis ou se só incentivam mais o nosso consumismo.
Dezembro: o último mês do ano, o mês das festividades, o mês de revermos o ano e prepararmos o próximo.
Depois de tanta tralha, comecei mesmo a limpar a minha vida.
Às vezes ficar a ver séries em casa dá jeito.
Uma das frases mais "batidas" e conhecidas sobre a vida é que não existem vitórias nem derrotas - existem momentos de aprendizagem.
Depois das noticias desta semana, conclui que há duas maneiras de viver: em medo e em esperança.
Conhecem aquela frase, de "só sei que nada sei!" do Sócrates, o filósofo grego?
Esta fantástica frase abre logo o debate do que realmente sabemos na vida.
No outro dia vi mais um artigo com um título mesmo a chamar por mim para dar o like. "O que deveria escolher: tempo ou dinheiro?", dizia o título do The New York Times.
Escolher tempo ou dinheiro? Nem precisava de ler o artigo.
Já notaram na palavra difícil?
Claro que já notaram, parece que todos os dias a dizemos. A vida é difícil, pagar impostos é difícil, correr é difícil, emagrecer é difícil, deixar de fumar é difícil, andar a pé é difícil, trabalhar é difícil, acordar cedo é difícil...
Parece que não há nada que seja fácil ou simples na vida, pois tudo exige um esforço brutal!
Sim, há realmente coisas difíceis na vida. Mas não podemos utilizar a desculpa do "é difícil" para não fazermos nada do que queremos.
Se queremos ter algo que nunca tivémos, temos de fazer algo que nunca fizémos.
É tão simples quanto isto. É suposto ser difícil. Se algo nos tira da zona de conforto óbvio que no início parece difícil mas se calhar não é! Quando vemos um obstáculo à nossa frente, não voltamos atrás: encontramos uma forma de ultrapassar o obstáculo, arranjamos soluções . Usamos a expressão "é difícil" como desculpa para nem sequer tentámos. Usamos como desculpa porque não chegámos lá porque tentámos uma semana e não resultou.
Sim, há coisas difíceis. Sim, há obstáculos e desafios. Sim, nem tudo é simples. Sim, há coisas mais fáceis que outras.
Mas antes de dizermos que é difícil, primeiro devemos experimentar e perceber como as coisas funcionam. Primeiro temos de sair da zona de conforto, fazer as coisas passo a passo e depois é que olhando para trás podemos dizer se foi difícil ou não. Tudo o que é novo é difícil porque não estamos habituados! Mas depois de ultrapassarmos essa etapa, as coisas não se tornam mais fáceis?
O "ser difícil" é estar numa situação temporária, para nos tornarmos mais forte, passarmos à frente e tornar o difícil em fácil.






